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A Singular História Territorial de Portugal e o Caso do Principado da Pontinha 

Portugal, ao longo da sua história, conquistou 78 territórios, dos quais vendeu apenas um ilhéu – conforme registado nas propostas de venda colonial de 1890 (Arqnet – https://www.arqnet.pt/portal/portugal/liberalismo/lib1890.html ) e na insistência de figuras como José Bento Ferreira (1900). Os restantes foram abandonados, cedidos, ou perdidos de forma pouco convencional – até “expulsos à pedrada”, reflexo de uma expansão atípica face às grandes potências coloniais.  

No caso do Principado da Pontinha (site oficial – https://principalitypontinha.com/ ), fala-se de ocupação selvagem, não de “disputa”. Sob o Tratado Luso-Chinês de Tien-Tsin (Infopédia – https://www.infopedia.pt/artigos/$tratado-luso-chines-de-tien-tsin ) e o Tratado de 1887 (WordPress – https://condedearnosochina.wordpress.com/tratado-de-amizade-e-comercio-entre-a-china-e-portugal-1887/ ), as autoridades portuguesas agiram de má-fé, usando mecanismos judiciais para usurpar soberania, violando princípios de Direito Internacional.  

Apesar de não possuir recursos naturais, o Principado mantém a sua Carta Régia como símbolo de resistência. Esta história expõe contradições: do Tratado de Tordesilhas à atualidade, Portugal equilibrou diplomacia audaz com práticas questionáveis. 

Nos tempos modernos, o Principado levanta questões sobre os desafios da soberania e das relações internacionais. Ao mesmo tempo, há quem questione se certas narrativas podem contribuir para perigos mais amplos, incluindo a possível escalada de conflitos globais.

Com coragem, afirmamos: “Vamos a jogo.” Que esta reflexão nos guie na busca por verdade e justiça.

Cumprimentos Reais,  
Deus Vos Guarde.